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BENEFÍCIOS DA VITAMINA D

IMPRENSA

A importância da Vitamina D (com video)


O reumatologista e um dos promotores do Fórum D, Dr. Pereira da Silva, esteve na Edição da Manhã para falar da importância da vitamina D, quando se sabe que apesar de vivermos num país onde o sol brilha grande parte do ano, muitos portugueses apresentam défice desta vitamina.

As 4 vitaminas recomendadas por um cardiologista (em inglês)


O mundo das vitaminas e suplementos é confuso. Todas apresentam os seus benefícios para a saúde, mas se tudo fosse verdade iria acabar por tomar centenas de suplementos por dia. Como saber quais é que vale a pena ter atenção? Fique a saber!

Vitamina D aumenta esperança de vida


Estudo norte-americano relaciona níveis demasiado baixos de vitamina D com o desenvolvimento de certas doenças, como as do foro cardíaco, diabetes e hipertensão.

VIDEOS

O Popular Dr. Oz aponta as Vantagens da Vitamina D


O Dr. Oz também conhecido da televisão Portuguesa refere os niveis preocupantes de carência de Vitamina D nos Estados Unidos da América e as vantagens que esta pode trazer.

A Verdadeira História da Vitamina D


Uma reportagem da CBN News sobre os efeitos da Vitamina D e os efeitos benéficos que demonstra ter contras as infecções virais entre outros.

A Vitamina D na Prevenção do Cancro


O Dr. Meschino um dos pioneiros na criação de vídeos educativos sobre medicina na Internet fala sobre a Vitamina D e a sua importância na prevenção do cancro.

Uma extensa compilação de artigos sobre Vitamina D, com link para pubmed ou fontes semelhantes.

Aceda à base científica
Défice Cognitivo

Défice cognitivo é um termo geral, comumente usado para designar a perda de funções mentais, como esquecimentos, confusão e dificuldades de concentração.

Sumário para doentes e público em geral

 

Défice cognitivo é um termo geral, comumente usado para designar a perda de funções mentais, como esquecimentos, confusão e dificuldades de concentração.

Fatores de risco 

Os factores de risco para o défice cognitivo incluem:

  • ♣    Idade avançada
  • ♣    Tabagismo 
  • ♣    Falta de exercício físico 
  • ♣    Dieta rica em gordura animal e pobre em vegetais e peixe 
  • ♣    Obesidade

As dietas pouco saudáveis também aumentam o risco de doença cardiovascular, hipertensão e diabetes.

As dietas ricas em gorduras e proteínas tornam o trato digestivo mais ácido. Tais dietas aumentam a absorção de metais pesados e alumínio. Estas toxinas podem gerar radicais livres no cérebro, que por sua vez destroem neurónios e limitam a função cerebral.

 

Exposição solar e défice cognitivo. 

Não existem estudos que relacionem directamente a exposição solar com a função cerebral. No entanto, radiação UVB é a principal fonte de vitamina D para a maioria das pessoas e vários estudos confirmam os efeitos positivos que a vitamina D tem na função cerebral.

Vitamina D e défice cognitivo

Níveis baixos de vitamina D estão associados a um maior risco de défice cognitivo. Tal foi já confirmado por vários estudos:

  • ♣    Num estudo envolvendo americanos de raça negra e descendentes de europeus, verificou-se que os indivíduos com níveis baixos de vitamina D tiveram resultados muito piores num teste de performance cognitiva e ligeiramente piores num teste de performance física.
  • ♣    Homens europeus com baixos níveis de vitamina D apresentaram os piores resultados num teste numérico.
  • ♣    Homens idosos com elevados níveis de vitamina D tiveram melhores resultados em testes rápidos de decisão e atenção/processamento. No entanto, não houve melhoria no desempenho em testes de memórias.
  • ♣    Adultos idosos britânicos com idades acima dos 65 anos e com níveis de vitamina D abaixo dos 12 ng/mL (30 nmol/L) tinham 2.3 vezes mais probabilidade de vir a desenvolver défice cognitivo do que aqueles com níveis de vitamina D acima dos 26 ng/mL (66 nmol/L).
  • ♣    Num outro estudo, desta feita de Itália, verificou-se que os idosos com níveis de vitamina D abaixo dos 10 ng/mL (25 nmol/L) tinham um risco acrescido de 60% de falha na função cognitiva quando comparados com os que apresentavam níveis de vitamina D acima dos 20 ng/mL (50 nmol/L). Houve também um aumento de 30% no risco de declínio da tomada de decisão.
  • ♣    Adultos acima dos 65 anos de idade e com níveis de vitamina D abaixo dos 10 ng/mL (25 nmol/L) tinham 4 vezes mais risco de défice cognitivo do que aqueles com valores acima dos 30 ng/mL (75 nmol/L).

 

Como é que Vitamina D funciona neste caso?

A vitamina D pode ajudar a proteger o cérebro das seguintes formas:

  • ♣    Reduz o risco de doenças que afectam o cérebro (hipertensão ou doença cardiovascular)
  • ♣    Favorece os mecanismos antioxidantes
  • ♣    Regula os níveis de cálcio
  • ♣    Regula o sistema imunitário
  • ♣    Melhora a eficácia do sistema nervoso
  • ♣    Favorece a eliminação de toxinas

 

Prevenção

Níveis de vitamina D acima dos 40 ng/mL (100 nmol/L) podem reduzir o risco de défice cognitivo. Para alcançar estes níveis, a maioria das pessoas necessita de cerca de 1000-5000 UI de vitamina D3 (colicalciferol) por dia. É de notar que existem variações consideráveis de pessoas para pessoa e que os niveis de vitamina D no sangue devem ser medidos antes de iniciar a toma de suplementos ou aumentar a exposição solar. Para um maior controlo, os níveis devem ser medidos novamente passados alguns meses.

Tratamento

Não existem, até à presente data, estudos clínicos que relacionem o tratamento do défice cognitivo com vitamina D. No entanto, vários ensaios clínicos estão a ser realizados em todo o mundo, neste momento.