A vitamina do sol

A vitamina do sol

Exposição moderada e cuidada é essencial no combate contra doenças de foro físico e emocional

Proteja-se, mas não fuja dele. O Sol também faz bem à saúde e são médicos e investigadores que o garantem. A estrela central do nosso sistema planetário é fonte de vitamina D e de felicidade. Descubra como. Um estudo levado a cabo por investigadores da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos da América e que foi publicado no ano passado trouxe conclusões surpreendentes para muitos. O documento concluía que há mais vantagens na exposição solar do que na fuga ao Sol. Concluía também que a produção de vitamina D – que desempenha um relevante papel na protecção de várias doenças – tem mais benefícios do que riscos. O que este estudo veio comprovar é que a vitamina produzida através dos raios ultravioleta no nosso organismo constitui uma ferramenta na prevenção de doenças como a osteoporose, o raquitismo e vários tipos de cancro, como o da mamã ou do cólon. Os investigadores consideraram que estes benefícios são superiores ao risco do cancro de pele. Naturalmente, os dermatologistas aconselham a uma exposição solar sensata, por forma a obter o melhor dos dois mundos. Usar sempre protector solar – mesmo no Inverno naqueles dias em que o Sol parece ser feito de prata – e evitar as horas de maior perigo para uma exposição mais intensa, como a da praia. Uma das razões pelas quais se aconselha a tomar doses moderadas de Sol é o facto de a vitamina D não ser facilmente substituída. Nos alimentos, ela encontra-se presente em peixes gordos, como o salmão, a cavala e o arenque, e também na gema de ovo e no fígado, por exemplo. Mas bastam alguns minutos de Sol para produzir a quantidade de vitamina D de que precisa para fixar o cálcio, um feito essencial para o desenvolvimento dos ossos e dos dentes, sobretudo, nas crianças, nas grávidas e nas mães e fase de amamentação. Existem também estudos que demonstram que esta vitamina pode ajudar a reduzir ou eliminar a dor crónica associada a doenças como a fibromialgia, a artrite e a dor de cabeça.

 

FONTE & REFERÊNCIAS

Jornal de Notícias

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